O acordo de Minsk não vai resolver tudo

17 Septiembre 2015  Sección; Especiales 2939 votos

MinskA italiana Federica Mogherini, que esteve em Lisboa, sublinha que a presença da chanceler alemã e do presidente francês na cimeira de paz em Minsk teve um "enquadramento claramente europeu". E sobre a opção de enviar armamento para a Ucrânia, deixada em aberto pelos EUA e alguns países europeus, diz, em entrevista por email ao Económico, que "a melhor maneira de boicotar o planoA é pensar num plano B".

O processo de paz na cimeira de Minsk não partiu da UE, mas sim da diplomacia de dois Estados-membros, Alemanha e França. Porque não esteve presente? Foi uma iniciativa europeia. Nas conclusões dos conselhos europeus e dos Negócios Estrangeiros percebe-se que a União Europeia (UE) tem apoiado numerosas vezes o chamado "formato Normandia", que junta a Alemanha, a França, a Ucrânia e a Rússia, bem como as iniciativas que visam encontrar soluções políticas para o actual conflito no Leste da Ucrânia. Os esforços de Angela Merkel e François Hollande têm um enquadramento claramente europeu. Tenho estado em estreito contacto com o presidente Poroshenko, com o ministro dos Negócios estrangeiros russo, Sergei Lavrov, e com o Secretário de Estado norte-americano John Kerry, não só para prestar apoio como para coordenar e contribuir activamente para os esforços em curso.

Como avalia o acordo de Minsk? O acordo alcançado em Minsk é um passo fundamental na direcção certa, mesmo sabendo que não vai resolver tudo. O mais importante neste momento é o respeito pelo cessar-fogo e a implementação dos pontos incluídos no documento. A UE está a colaborar com a OSCE na elaboração de medidas concretas que ajudem à monitorização e implementação do acordo.

As sanções europeias à Rússia têm surtido efeito? A UE tem sido muito clara sobre a actuação da Federação Russa. A violação da soberania, da integridade territorial, da estabilidade e da segurança da Ucrânia é absolutamente inaceitável. As medidas restritivas da UE enviam um sinal importante à liderança russa na sequência da anexação ilegal da Crimeia e da desestabilização da Ucrânia. Sabemos que foram eficientes do ponto de vista económico, mas agora temos de garantir que são igualmente eficazes no plano político. Para isso, a Rússia vai ter de cumprir os compromissos acordados em Minsk. No último mês foram muitas as vezes em que as palavras não foram seguidas pelos actos. Temos agora a oportunidade de retomar um caminho que leve a uma solução política mais sustentável.

Defende uma política europeia comum para o fornecimento de armas à Ucrânia? Alguns países estão contra, mas tudo indica que a Lituânia é a favor... É uma matéria da competência de cada Estado-membro, muito embora seja uma questão política para a UE no seu conjunto. Em Agosto, fui convocada para um conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros extraordinário - ainda na qualidade de ministra do governo italiano - para decidirmos uma linha de acção comum para o fornecimento de armas aos curdos que combatem o ‘Daesh' ( Estado Islâmico). Não vou esconder-me atrás de formalidades, mas agora temos um novo acordo e é fundamental dar-lhe uma oportunidade. A melhor maneira de boicotar o plano A é pensar num plano B.

Receia que a Grécia se oponha à aprovação de novas sanções aos responsáveis pelo conflito ucraniano?

No conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros extraordinário, que convoquei após a investida contra Mariupol, a Grécia adoptou uma atitude muito construtiva e, como tal, foi possível chegarmos a um consenso. As nossas diferenças não são um tabu. Pelo contrário, podem ser extremamente enriquecedoras se forem bem geridas. Fizemos um excelente trabalho de equipa nas últimas semanas e estou certa de que assim vai continuar. A dupla abordagem mantém-se. Por um lado, o compromisso em prol de uma solução política, por outro, a pressão através de sanções. Além disso, estamos a trabalhar em conjunto para apoiar a implementação do acordo negociado a semana passada em Minsk. Foi aprovado por unanimidade e é o resultado dos esforços de representantes dos Estados-membros e das instituições europeias. Partilhamos o mesmo objectivo: encontrar uma solução para a crise na Ucrânia.{jcomments on}

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